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 Entrevista com um malkavian brasileiro

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Caliban Infersarre
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Descrição física : Caliban Infersarre é um homem consideravelmente de estatura mediana, suas roupas antiquadas refletem sua idade avançada e seu rosto repugnante é escondido por uma mascara de ferro com uma aparência muito rústica, muitos a confundem com uma mascara de ouro maciço, sua mãos são cobertas por luvas de couro, pretas e sua voz, contem um forte e arrastado sotaque russo.
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MensagemAssunto: Entrevista com um malkavian brasileiro   Seg 15 Jun 2009, 12:42

Ícaros Malleo.

Bom eu sou do ano de 79, acho que eu comecei a me revelar no final da quinta serie no turno da tarde, no colégio Leão XIII em Paranaguá.

Como eu era um aluno exemplar, passava de ano sem nenhuma dificuldade, eu ficava feliz por ter passado, mas eu não estava em um dos meus melhores dias aquela vez, pois mais cedo eu tinha pegado meu pai com outra mulher e quando fui contar a minha mãe ela estava tão chapada e alcooliza que nem sabia quem eu era direito, eu estava no colégio, infelizmente como todo final de ano se repetia os mais velhos “maltratavam” os alunos que chegariam à sexta serie que era no turno da manha, um dos “marmanjos” que estava presente no momento começou a caçoar de um dos meus amigos, foi ai que pela primeira vez eu brigaria para defender alguém, pois eu nunca tinha feito tal ato de entrar em uma briga ainda mais para defender alguém, eu sempre fugia ao máximo de encrencas, mas desta vez foi diferente, fiquei com raiva e busquei a primeira coisa que estava ao meu alcance, acabou sendo um pedaço de madeira que vinha caído do teto do colégio no dia anterior, eu com raiva peguei sem dó aquela ripa e golpeie a cabeça do marmanjo fazendo com que corta se sua cabeça e foi um corte profundo, a madeira se quebrou em estilhaços após o golpe, quando vi aquele sangue saindo de sua cabeça eu me apavorei, mas me lembrei de outras vezes que o mesmo tinha me maltratado então em um ato de fúria golpeie seus testículos e após isso comecei a descer o braço naquele “bosta” eu só parei de bater quando chegou o resto dos amigos desse q eu batia, eles estavam furiosos pelo ato que eu fazia no momento, eles berrarão de longe – Foge Mané que agente vai te matar! – eu procurei a saída mais próxima, e vi que a única que eu tinha era a cerca do colégio, então não hesitei e pulei o muro com a ajuda da cerca do colégio, cai do outro lado onde avia alguns cachorros – me lembrei na hora que algumas vezes aqueles marmanjos jogavam a minha bola para o lado de fora do colégio, somente para ouvir o barulho da bola se estourando... ... – um dos cachorros vinha me mordido antes de terminar de refletir da minha situação suicida que eu vinha me metido, também não hesitei e comecei a puxar a mandíbula do cachorro para cima até ouvir o “Creck”, chorou sangue em minha face que até então estava apenas suada e suja pela briga. Não sabia direito para aonde ir para me limpar e me esconder, então surgiu à idéia de ir até casa deste amigo que eu acabava de salvar; corri como nunca tinha corrido antes, sempre me escondendo pelos poucos becos que havia naquele bairro. Quando cheguei a casa deste amigo, seus pais já estavam na frente da casa a minha espera, pois como era de costume toda quinta e sexta feira eu dormia na casa deles, e o pai deste meu amigo como “ato de gratidão” (Creio eu!) me ofereceu uma viagem de férias junto do meu amigo, o pai deste amigo meu disse que já vinha me falado que ele avia conversado com meus pais anteriormente e também já estavam no local minhas malas para viagem da qual eu parti no dia seguinte.

No ano seguinte após as férias, já na escola aquele “marmanjo” que eu avia surrado venho pacificada mente conversar comigo, pediu varias desculpas por ficar encrencando com meu amigo e falou que aquilo nunca mais ia se repetir!

Naquele mesmo ano foi mais anormal ainda, pelo menos para mim (naquela época), eu comecei a me relacionar com o pessoal da oitava serie mesmo estando na sexta comecei a freqüentar bares e comecei a entrar em um mundo do qual não conhecia bem... Ainda!

No final deste ano eu só sei que acabei passando por conselho de classe, pois acabei me desviando totalmente dos estudos que para mim foi uma coisa Ótima! Pois querendo ou não eu comecei a me relacionar com pessoas mais velhas tais elas como a velha Maria Louca, ela era uma “Punk” que vivia mais drogada do que bêbada, eu sempre a via chapada (ou se drogando) na pista de skate que tinha na praça dos leões, perto do porto, em umas das vezes na praça dos leões ela (Maria louca) me chamou para ir ao um cinema que se chamava na época Rosário, era um daqueles cines prive’s (Eróticos), ela ajeitou a minha entrada no local, pois eu ainda era menor de idade, dentro do cinema eu acabei tendo relações com a Maria Louca, que acabou sendo a minha primeira relação sexual que tive, o maior problema naquele dia foi de meu pai ter me pego dentro do cinema ele começou a fazer milhões de perguntas de como eu tinha entrado ali e quem era essa mulher com a qual eu estava acompanhado, Maria na hora puxou sua adaga de bolso e apontou para meu pai dizendo – Boa noite seu merda! Você não esta vendo que eu e o Ícaro estávamos ocupados, você acha que só porque um dia você me vendeu algumas droguinhas baratas acha que eu tenho que respeitar você, SEU BOSTA! É melhor você sair daqui de dentro rapidinho se não quiser amanhecer com os peixes! – Meu pai ficou horrorizado de medo com as palavras dela, assim como eu também, não pelo fato dela estar ameaçando meu velho e sim pelo fato de que até então eu não sabia que meu velho vendia drogas pelas ruas... Eu acabei puxando o braço da Maria (a que estava com a adaga na mão) ela olhou seria para meus olhos e voltou os olhos para cima do meu pai, que em menos de uma encarada de olhos saiu do cinema correndo a Maria olhou para mim novamente e falou – vamos que essa palhaçada me deu sede, vamos dar um role por aí vê se achamos o Niquimba, e depois vamos para o Luizinho XV – (Luizinho XV era um barzinho onde era o ponto de encontro dos “jovens revoltados” da época, tocava Ramones e outras bandas que não me recordo bem agora).

Já na praça dos leões, perguntei para a Maria quer historia era aquela que meu velho vendia drogas, e ela começou a falar que meu pai um dia já foi um dos traficantes mais influentes da cidade, mas hoje ele não passa de um merda, antes dela terminar a frase eu a interrompi dizendo – COMO ASSIM... Um dia já foi? Então você esta querendo me dizer que meu velho vende drogas há muito tempo já? Ahn fala serio Maria! Vamos que esse papo me deu vontade de tomar aquele porre! – Nos se retiramos da praça para o barzinho Luizinho XV, no caminho a Maria fez alguns desvios e chegamos a uma casa da qual eu achava que era mal assombrada (isso quando eu era apenas um garotinho), a Maria olhou para mim e disse – fique aqui fora vou chamar o Niquimba ali dentro e já volto – esperei quase meia hora do lado de fora e comecei a reparar que as casas envolta tinha quase todas seus muros pichados com a frase “Libertas quae sera tamen” e algumas outras pichações com o símbolo Anarco, e a casa que era mais marcada com pichações era esta casa da qual a Velha Maria entrou e por incrível que pareça essa casa era a maior delas nas quadras em volta. Maria saiu de dentro da casa com o Niquimba e com uma muchila nas costas, quando eu tentava perguntar sobre o que estaria na mochila eles desviavam o assunto, depois de duas tentativas eu parei de perguntar.

Quando chegamos no barzinho “Luizinho XV” o Niquimba entrou berrando dizendo três vezes seguidas - “Libertas quae sera tamen” – e as pessoas dentro do bar também berravam junto com ele, eu curioso como sempre perguntei para a Maria o que significava tal berro, e ela me disse - “Libertas quae sera tamen” significa Liberdade ainda que tardia, para você que ainda esta começando a entrar em nosso mundo esta frase não significa muita coisa para você mais para nos Punks e hippies tem muito significado em uma simples frase – Eu não consegui entender na época o que a Maria tentou me dizer aquela noite, mais nos entramos no bar tomamos alguns litros de conhaque e saímos novamente para rua, mais dessa vez nos não estávamos em três ou quatro pessoas e sim em um grupo de trinta pessoas mais ou menos, perguntei para o Niquimba para onde nos estávamos indo ele me disse que iríamos atacar a casa do delegado que vinha assassinado uma criança na noite anterior ( Recordo-me muito bem dessa noite! Pois a criança que vinha sido morta na noite anterior era o meu amigo, é aquele que eu defendi na quinta serie... ).Foi então que comecei a olhar em volta, as pessoas estavam com alguns “Coquetéis Molotv” foi ai que eu pequei um coquetel da mão de alguém que estava próximo de mim e comecei a puxar a frente junto com Niquimba, berrávamos sem parar como os baderneiros que éramos, quando chegamos na casa do delegado eu fui o primeiro atacar o coquetel, foi um som tão agradável me recordo até hoje daquele primeiro BUM, e logo em seguida vários Outros, a policia começou a se dirigir para o local, e foi nego correndo para tudo que é lado, e eu tive o grande azar de ser um dos quais a policia pegou. A policia fez muitas perguntas naquela noite, perguntas do tipo, quem nos éramos, qual era a nossa intenção a fazer aquilo e algumas outras insinuações do tipo você vai mofar na cadeia se não delatar seus companheiros, eu como tinha mais medo do Niquimba do que da policia não falei nada. Fiquei na cadeia durante uma semana, claro em cela separada, mas foi tempo suficiente para conhecer alguns outros contatos dentro daquela “cadeia”.

Quando sai da cadeia era noite já resolvi ir direto ao Luizinho XV para beber alguma coisa, quando cheguei ao local descobri que o bar tinha pegado fogo, sai correndo do local com medo de alguém suspeita se da minha presença eu sai correndo, não sabia direito para aonde ir até que vi minha mãe andando pela rua, ela estava vestindo roupas muito escandalosas, resolvi seguir ela para ver aonde ela ia vestida daquela maneira, a vi encontrando com meu pai no meio da rua, e eles nem se olharão nos olhos, suspeitei daquela situação mas não podia fazer nada ainda, continuei seguir minha mãe sempre pelas sombras, até que ela chegou em uma casa noturna chamada Ponto Chic. Tentei entrar no local mais o segurança me barrou, quando saia já do local puto da cara por ser menor de idade ainda encontrei o Niquimba em um beco, cumprimentei acenando e ele me chamou para conversar, antes mesmo de entrar no beco escutei um “Bum” e chorou sangue em minha cara, quando olhei para o sujeito que vinha atirado no Niquimba vi que era o meu pai... Não acreditei que meu pai ia fazer tal ato, mas era ele mesmo ele olhou para mim com os olhos arregalados e perguntou, - aonde você andava moleque! Você esqueceu-se da escola porra! Anda moleque vamos para casa você tem que me dar muitas satisfações... – eu o ignorei e sai correndo de medo pois ele tinha acabado de matar alguém e minha cara estava cheio de sangue, sangue que era de um companheiro, não sabendo mais para onde ir corri para aquela casa aonde a Maria tinha entrado para chamar o Niquimba.
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com um malkavian brasileiro   Seg 15 Jun 2009, 12:51

Quando cheguei no local a policia estava prendendo algumas pessoas que viviam na casa e vi a velha Maria sendo preza também, não sei se ela me viu naquela noite mas foi a ultima vez que eu vi a Maria... Não sabendo para aonde ir mais eu tive que voltar para casa, a velha casa da qual eu não queria mais voltar...

Passarão mais alguns anos e eu terminei oitava serie depois de repetir duas vezes... Fiz novos amigos no colégio mais nenhum deles chegava aos pés da Velha Maria Louca ou do Niquimba que meu pai vinha assinado, mas esses novos amigos também eram um pouco loucos, nos formamos uma bandinha de fundo de quintal, queríamos ser famosos como os “Beatles”, nos tacávamos som no estilo punk rock. Em uma das noites de ensaio um homem bem vestido ouviu nosso som e nos convidou para tocarmos em um bar chamado Jacare´s, nos aceitamos na hora pois seria nosso primeiro show ao vivo!

*conversa com o entrevistador*

Entrevistador – Cara pêra ai, você só contou sobre sua vidinha até agora... Quando que você vai começar a me contar sobre seus contatos com outros vampiros? E falando serio você ainda não mencionou nenhuma vez com quantos anos você estava quando você foi tocar neste bar.
Ícaros – Ahnn... Quer ficar calmo meu... Ai eu já estava com 17 anos...Mais alguma coisa que queria perguntar?
Entrevistador – não... Eu acho...
Ícaros – Então vamos voltar ao assunto, se você me interferir, eu mando você para o paraíso dos céus!

*Puxo um cigarro e acendo-o e volto a narrar minha historia...*

*Voltando ao assunto*


Então após a conversa com o tal homem que chegou a nossa garagem nos ensaiamos direto sem parar (foi nesta fase que eu comecei a fumar se me recordo bem...). Após duas semanas de ensaio vinha chego a grande hora, a noite do nosso primeiro show! Se dirigirmos até o bar para nos tocarmos, era o que nos queríamos há muito tempo já...

Quando chegamos no local, o bar ainda estava vazio haviam vários flats espalhados pelos cantos da cidade que haveria apresentação de bandas amadoras no dia e nossa banda era denominada como “Cabeça de martelo” (esse nome surgiu por causa do meu sobrenome Malleo que é uma palavra derivada do latim que contem este significado) nos começamos a afinar os instrumentos, quero dizer os meus amigos foram afinar os instrumentos porque eu era o vocal, então eu fiquei tomando umas cervejas enquanto eles afinavam... Então se abriu o bar e nos éramos os primeiros a tocar naquela noite. Tocamos como nunca até conseguimos ficar em primeiro lugar entre as bandas e conseguimos uma boa grana, aquele dia foi que eu conheci a minha futura senhora, então ela venho se apresentar para mim, disse que o nome dela era Baby (pelo menos ela pediu para que eu a chamasse assim). Ela me contou algumas coisas que me deixarão muito intrigado, ela disse que ela tinha conhecido a Velha Maria Louca e que a Maria tinha falecido a menos de um mês atrás, ela me perguntou sobre o Niquimba se eu teria alguma informação do paradeiro dele e eu disse a ela que Niquimba vinha falecido há dois anos morto a tiro pelo babaca do meu pai... Então ela me disse que caso quisesse eu poderia começar a freqüentar a casa dela.

Após aquela noite do jacare’s bar eu comecei a freqüentar sim a casa dela, não liguei muito mais ela disse que eu estava permanentemente proibido de ir a sua casa durante o dia... Após um ano já com 18 anos, e quase um ano de amizade com “baby”, fui a casa dela para dizer que eu tive a grande sorte de ser pego para servir o país, achei que ela iria contra a minha idéia de servir o país mais ela me apoiou e falou depois de dois anos no exercito você peça a sua carta de baixa para ser dispensado...

Descobri que servir meu país era uma merda!!! O lado bom disso foi que eu virei um especialista em fugas, e acabei criando um vicio de que em todo lugar que eu entro eu calculo todas saídas possíveis, números de seguranças, e o que aconteceria caso eu não fugisse... Confesso que teve lados bons, aprendi a usar bem a faca militar, aprendi a atirar, brinquei de pára-quedismo,virei especialista em fugas, mas o que eu gostei mais mesmo foi atacar granadas. Eu consegui calcular o tempo entre retirar o pino e atacar a granada para que quando ela chegasse ao chão “BUM”! Também aprendi a calcular o angulo entre várias outras coisas que não vem ao caso... Nos dois anos que eu fiquei no exercito só teve um final de semana que eu pude sair. Porque somente um final de semana que eu pude sair? Por que eu vivia me encrencando, dentro do refeitório, na hora do treinamento e então como punição eles tiravam meu final de semana e eu passava trancafiado...

*conversa com o entrevistador*

Entrevistador levantou a mão para falar...
Ícaros – que foi dessa vez?
Entrevistador - Ta mais você não mencionou aonde você foi nesse único final de semana que você saio... o que você foi fazer?
Ícaros – Ahn é verdade eu me esqueci de mencionar... Nós saímos, eu e os outros milicos e fomos a um puteiro perto da sede... E então dentro do puteiro eu tive o grande azar de descobrir que minha mãe era uma puta (fechei a cara quando mencionei isso...) é minha mãe era literalmente uma vadia... ela nem me reconheceu naquele dia, bem vou adiantar que a velha da minha mãe morreu de overdose quando eu tava maios o menos com 21 anos... Mas não vou entrar em detalhes sobre esse assunto...

*Voltando ao assunto*


Bem quando fui pedir minha carta de baixa ao comandante ele pediu para que eu não fizesse isso, pois eu teria uma grande carreira como militar pela frente, mas eu disse que eu iria pensar no caso e em uma semana no máximo eu iria dar a sua resposta... Eu nunca mais retornei para a sede. Bem o que eu perdi la? Não sei, e nem quero saber... Como eu entrei no exercito com quase 18 anos eu sai com quase 20 anos... A primeira coisa que eu fui fazer quando sai? Fui ver a “Baby”.

Quando cheguei a casa dela, entrei sem bater ela estava sentada na frente do computador digitando feita louca... Quando eu fui falar “Oi..” ela falou - espera um pouco Ícaros já falo com você, enquanto você espera vai ali na geladeira se servir de um pouco de vinho... Oh pega a garrafa que esta na porta da geladeira... – depois de algumas duas ou três horas ela venho falar comigo e disse o seu verdadeiro nome, era Maria Eugenia, então ela falou - bem eu vou marcar seu pulso pode ser? - eu arregalei os olhos e disse - como assim marcar meu pulso?? – ela deu um sorrisinho de canto de boca e não disse nada e foi em direção a cozinha, e claro eu fui atrás ver o que ela iria fazer... Quando entrei na cozinha ela acendeu um maçarico! Eu com medo tentei sair do local ela segurou meu braço com força e disse – calma moleque, não vai doer TANTO ASSIM... - Eu com os olhos arregalados vi era retirar um pedaço de ferro de baixo da pia, e na ponta avia o símbolo anarco, ela esquentou até ficar vermelho o símbolo olhou para mim seria e disse – Bem agora sim eu digo que você será um de nos... – e colocou aquele ferro sobre meu pulso... Saio um cheirinho de bife frito era até agradável e como ela mencionou não doeu tanto assim... Ela olhou novamente e disse – Viu doeu tanto assim?.. (eu balancei a cabeça como sinal de negativo) Quando que você vai completar 20 anos Ícaros? - eu fiquei meio assim de falar... Mais falei que iria completar 20 anos em um mês... Ela me disse - Então faz assim oh hoje você dorme aqui em casa e amanha a noite vamos sair para dar um role por ae pode ser? – Eu concordei mesmo, nos ficamos conversando até umas 4 ou 5 horas da manha, então eu apaguei do nada, não me lembro bem o que aconteceu mais acho que ela vinha sugado meu sangue...

Enquanto não se passava esse um mês eu comecei a fazer boxe, pois gostava dos filmes americanos como o do “Rocky Balboa”. Passou-se um mês ela fez uma festa na casa dela e foi naquela noite que eu recebi meu abraço, o que é o abraço? E quando uma pessoa deixa ser mortal e vira um vampiro pelo menos é assim que chamamos... Ela me ensinou algumas outras coisas das quais eu não posso te contar né se não eu estaria, como vou dizer um pouco encrencado...

*conversa com o entrevistador*

Entrevistador – A cara mais você já não esta meio encrencado de revelar tais segredos para mim?
Ícaros – Vamos disser que sim mais isso é o de menos agora...

*Voltando ao assunto*


Bem vamos dizer que eu virei do clan malkavian... O que são os clans? Vamos dizer que igual a vocês existe pessoas de raças e cores diferentes e isso que é mais ou menos os clans, ela me ensinou algumas coisinhas sobre o computador... Mais como não gosto de computadores, eu só aprendi mesmo a falsificar documentos... Nos também fizemos alguns atos durante as noites que eu gosto muito de me recordar, e eu não posso citar assim para você o que foram os tais atos. Eu acabei criando uma mania/perturbação, eu tenho vamos dizer costume de sempre ler o jornal todo dia (Vulgo teoria da conspiração)... Quero dizer noite, sempre estou vendo e lendo o que sai nos jornais e sempre recortando algumas coisas que eu acho que esta ligada a sociedade vampirica, creio eu que eles devem estar planejando algo MUITO grande... Do qual eu não descobri o que ainda... Esse é um dos principais motivos que eu vou para Curitiba após essa nossa conversa...

Bem durante os anos eu não sei por qual motivo eu resolvi fazer supletivo e terminar o segundo grau, virei um dos melhores boxeadores, cheguei a conhecer um homem chamado Timy, que acabou me ensinando a potencia em troca de algum favor... Eu me esqueci qual era o favor que ele vinha me pedido, mas acho que eu já paguei o favor dele. Bem voltando ao assunto do boxe eu fui expulso do campo, pois em uma das lutas resolvi usar soco inglês por baixo das minhas luvas, é eu resolvi jogar sujo mesmo...

Teve uma vez que eu resolvi ir para Curitiba, pois ouvi falar muito de um certo local que eles chamam de largo da ordem, quero dizer esse é o nome do local mais o pessoal de la chama de “largo da desordem”, eu estava na casa de um colega la em Curitiba, ele vinha me contado que uns nazistas espancarão um colega dele quase até a morte...
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com um malkavian brasileiro   Seg 15 Jun 2009, 12:56

Bem não deu outra NÉ! Agente foi no largo da desordem e adivinha só aqueles nazis filhas da puta estavam na escadaria do largo esbanjando suas apologias sobre o nazismo, não deu outra cara eu olhei para o lado avia um grupinho sentado no meio da rua conversando e bebendo vinho, era um garrafão de cinco litros peguei o garrafão e ataquei na cabeça raspada do nazi! Foi lindo de ver, fez aquele barulho de vidro se partindo, os nazis olharão para agente e começarão a vir para cima eu só puxei o meu martelo cromado e fui ao encontro deles, ai começo o pancadaria, até os manos (rappers) q estavam no local também vieram para cima, eu não queria nem saber quem tava de calça larga (os manos) ou tinha o cabelo raspado eu tava enfiando meu martelo na cabeça, a briga levou cerca de 20 minutos ai a policia chegou, eu corri em direção a casa desse colega meu que eu estava hospedado, se eu me recordo isso foi no ano de 2005 cara...
É foi 2005 mesmo por que quando eu voltei para Paranaguá a minha senhora estava desaparecida, comecei a procurar vestígios dela por tudo que era lugar... E o máximo que eu descobri é que parece que ela entrou em topor após uma briga com a camarila, ou ela recebeu a morte final. Depois que eu descobri que foi isso eu como não sou suicida peguei minhas coisas e fui para Quatro Barras para me refugiar até a poeira abaixar, foi ai que eu conheci uma pessoa da qual eu dividi uma casa, e descobri que ele também seguia o mesmo principio que eu.
Bem entre 2006 e o final de 2007 nos entramos em alguns conflitos de leve com um grupo que se chama saba, eles são o oposto do que a camarila é...
E agora final de 2007 e começo de 2008 eu vou começar ajuntar minhas coisas e estou indo para Curitiba, pois la eu sei que a alguns outros anarcos, quero saber o que eles estão planejando por la...



*conversa com o entrevistador*

Entrevistador – Ok então a sua vida toda é isso? Posso fazer algumas outras perguntas de curiosidade?

Ícaros – Pode manda bala ai...

Entrevistador – Posso saber como você se sente em relação aos mortais?

Ícaros – Bem vocês mortais... O que dizer de vocês, são totalmente monopolizados pelo dinheiro e pela ganância, assim como alguns vampiros lógico... Mas eu acho que vocês são um bando de carneirinhos sendo guiados por um Pastor que se denomina príncipe, e para o pastor vocês não passam de um rebanho, para ele engordar vocês e depois sugar (Literalmente) o que vocês tem... Manda outra ae!
Entrevistador – Ta eu to curioso com uma coisa cara... Aquele cachorro que você falou q matou quando era pequeno... Afinal ele tinha que porte? Digo qual a raça e o tamanho dele...

Ícaros – hahahaha, aquele cachorrinho coitado... Ele era um Piltcher meu... Ou você acha que eu criança já teria força para matar um cachorro de Porter grande? Hahahaha Tem outra pergunta ae?

Entrevistador – Ta mais me tira outra duvida cara... Você tem alguma preferência para se alimentar? Digo você prefere alguma pessoa em especial? E por acaso você exclui algum tipo de presa?

Ícaros – Preferência para se alimentar... Deixa-me ver... Acho que pessoas que são fumantes... Pois eu sinto falta do cigarro no meu organismo. Se eu excluo algum tipo? Prostitutas... Pois querendo ou não... Não gostaria de pegar HAIV né!

Entrevistador – Acho que eu me perdi nas contas você foi abraçado com 20 anos? E foi na data do seu aniversario? Então você esta com 29 anos agora?

Ícaros – é isso mesmo faço 30 anos em 25/05

Entrevistador – acho que uma ultima pergunta... O que o vem a motivar?

Ícaros – O que me motiva? Descobrir o que aconteceu de verdade com a minha senhora... E quem sabe fazer alguns atos doentios por ai hahahahaha...

*Abaixo a cabeça um pouco, acendo outro cigarro...*

Entrevistador – O que foi?

Ícaros – E quem sabe... Continuar o trabalho dela... Eu enquanto investigava o paradeiro dela peguei o HD do computador, os seus CD-ROM e também os disquetes que avia no local...

*Dou uma coçada no cavanhaque*

Ícaros – Bom você tem mais alguma pergunta para me fazer?

Entrevistador – hmmm Acho que não Ícaros... Esta matéria que eu fiz com você, com certeza vai me render o premio do ano! Quem sabe o premio do Século cara!

Ícaros – Que bom cara... e meu dinheiro pela matéria?

Entrevistador – A sim, sim claro, vou pegar agora mesmo...
Entrevistador – Pronto Ícaros tome o seu mil reais.

Ícaros – Que bom então você escreveu tudo certinho ae? Nenhuma duvida mais? *Entrevistador balança a cabeça positivamente para a primeira pergunta e negativamente para a segunda...*
Ícaros – Que bom então cara... Bom eu não vou deixar você publicar isso... Por que se não eu irei morrer amanha mesmo e você também... *Puxo meu revolver, PAM *

Ícaros – Bom Obrigado pelo dinheiro e por escrever minha historia... Quem sabe alguém um dia vai te achar no mar... *Amarando bola de fero nos pés dele* Bem colega foi um prazer te conhecer! Oh XEILA! Chama os outros e leva esse cara para o mar e jogue ele por la... *Abro o saco de dinheiro* Filha da puta você me deu notas falsas! Por que fui te matar antes de conferir o dinheiro... BOSTA!!!!


*Final do prelúdio, escrito por João Batista, vocês podem me chamar de Caliban Inferssare!*

Observação final: Icaros malleo, um anarquista brasileiro (Malkavian) Smile



Gostarao desse conto? Smile Falem sobre oq acharao por favor \o
(No word deu 10 pags 4.730 PALAVRAS \o/ )
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Pierre Moonsrapier
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com um malkavian brasileiro   Seg 15 Jun 2009, 13:39

Show de bola Caliban, o fim ficou muito bom Very Happy

Um jeito bem criativo de contar a história Very Happy Parabens ai
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Dhiangelo
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com um malkavian brasileiro   Ter 16 Jun 2009, 09:50

\o/
curti demais essa historia...muito bem feita ...historias assim tevem aparecer masi interte os leitores..
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MC Lowlife
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com um malkavian brasileiro   Qua 17 Jun 2009, 01:29

Tem vários errinhos de técnica, mas a idéia per se parece mais um preludio. Você tá melhorando muito na sua escrita, e tem um longo caminho pela frente. Mas eu vejo você com um talento legal e que você gosta de fazer isso. Você deveria investir melhor =]

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com um malkavian brasileiro   Qua 17 Jun 2009, 01:56

Isso eu escrevi a uns 3 ou 4 anos atras ^^"

sim eu sei q possuo fortes erros ¬¬' (Delexia baby, mas n me devo agarrar isso a uma desculpa)

Mesmo assim obrigado pelos elogios Lowlife ^^"

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Victor
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com um malkavian brasileiro   Seg 07 Set 2009, 12:54

Nossa cara como você pensou nisso tudo? Muito bem bolado mesmo, seus contos são de alto nível. Very Happy

Só não entendi como um Malkavian não confere antes a Grana. Mais ta claro que é fator Historia e fica ate melhor assim. Mais só pra constar n dava pra deixar de falar. Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com um malkavian brasileiro   Hoje à(s) 20:58

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Entrevista com um malkavian brasileiro

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