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 General das trevas, Caliban Infersarre. (Prologo)

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Caliban Infersarre
Ancião Príncipe
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Idade : 482
Localização : Empire state
Descrição física : Caliban Infersarre é um homem consideravelmente de estatura mediana, suas roupas antiquadas refletem sua idade avançada e seu rosto repugnante é escondido por uma mascara de ferro com uma aparência muito rústica, muitos a confundem com uma mascara de ouro maciço, sua mãos são cobertas por luvas de couro, pretas e sua voz, contem um forte e arrastado sotaque russo.
Data de inscrição : 26/11/2008

MensagemAssunto: General das trevas, Caliban Infersarre. (Prologo)   Seg 15 Jun 2009, 17:06

Um jovem europeu deveria ter cerca de 20 anos de idade, tocava uma canção em bar russo em Suzdal (Russia), cantava sobre os horrendos feitos de Ivan, O terrível primeiro czar da historia russa, falava sobre os Osprichniks, uma canção de Arghoslent.

Espadas queimando em emaciados costelas
Cansado almas nuas
Já não podia andar
Exóticos cães sujos
Cerrada ao fracasso
Por um viciado genoma

Com preguiça e indeléveis inerente
O arremesso dos brutos viveu
No fim do chicote

Queimando espadas em emaciados costelas
Cansado almas nuas
Já não podia andar
Exótico cães sujos
Cerrada ao fracasso
Por um viciado genoma

Com preguiça e indeléveis inerente
O arremesso brutes viveu
No fim do chicote
Desarma-los de arcos
E flechas envenenadas
Uma vida de penitência
Segue a batalha perdida
Infusão de seu sangue envenenado
Espirais sociedade em decadência

O Sobs dos derrotados
Tornou-se um doloroso exaltarão
Anseio por uma morte indolor
Tornou a sua visão do céu

Decididos a vingar a morte
Desses mortos tribesmen
Estabeleceram chamejante
Para evitar capturados humildade
Europeu morte revelou mortalidade

Ibérica tropas recolher as armas
Viagem para o centro do planalto


Quando o jovem terminava a canção, outro homem de dentro do estabelecimento berrava “Como ousa tocar esta canção, os Orprichniks eram monstros que carregavam cabeças de cães como estandarte” o Jovem parava de tocar, olhava serio em direção ao homem exaltado, olhava para seus colegas atrás os fazendo parar de tocar, sentava-se em um único movimento no palco com o microfone a mão, pedia para alguém abaixar o volume.

-Você achava que eles eram monstros? Acho que você desconhece as suas verdadeiras naturezas, irei contar para vocês, um conto sobre homens que faziam parte dos Orprichniks, alguns velhos desta cidade e de outras conhecem a lenda, bem cada chama como quiser eu chamo de conto. – O jovem pedia ao garçom algo para beber, quando recebia começava a falar em um tom frio, o de costume de contos de terror... -

A muitos séculos atrás, depois da era da inquisição e antes da era Do novo mundo, os Orprichniks eram formados como sendo um grupo secreto do impetuoso Ivan, O terrível. Eles eram liderados por seus generais sanguinários chamados de Algozes, ou Monges como Ivan gostava de chamá-los, impetuosos em batalhas, tinham forças sobre humanas, seres das trevas que carregavam três cabeças de cães como estandarte o general de maior valor para Ivan era Malyuta Skuratov, liderou inúmeras batalhas contra os inimigos de Ivan, mas isso vocês já sabem, o que irei contar aqui para vocês é a historia de Malyuta...
Este homem, do qual vocês estão se fazendo perguntas de quem era, foi o primeiro general e único que nunca caiu em batalhas, o que carregava o estandarte... O que carregava a maldição sobre seu sangue, a sua vida começou em moscou quando seus pais fora drasticamente assassinados por um ser das trevas, Malyuta fora levado pela assassina, era maltratado, jogado na escuridão em um quarto sujo e úmido, lá fora ensinado a ler e escrever, bom isso? Sim, mas não recebia comida ou água, quando as recebia eram comidas podres e doses de águas que parecia mais ter vindo de uma poça de esgoto, odiava estar lá, aos seus 19 anos de idade tentara se suicidar pela primeira vez, obviamente não conseguiu foi quando ele recebeu pela primeira vez a visita da pessoa que havia matado seus pais, aquele ser das trevas que havia tirado seus pais deste mundo, era uma mulher, o mesmo pensou em atacar aquela bruxa, mas não conseguirá estava assustado demais com sua aparência para tentar qualquer coisa precipitado e alem do mais havia algo mais forte, ele sentia uma atração pela mesma, não digo de sentimentalismo envolvendo casais, mas sim algo amais, para Malyuta aquela mulher que se parecia mais com o “Alien do oitavo passageiro” do que uma deusa dos setes mares, mas Mayluta achava ela alguém assim. Fora pego pelos cabelos e arremessado ao canto mais extremo do quarto jogado com força o suficiente para deixar o chumaço de cabelos na mão daquela mulher, sentia uma dor imensa, horas tinha acabado de ser escalpelado, Malyuta não sabia o por que estava ali nem o que iria acontecer, até aquela bruxa cortar o próprio pulso com sua unha e virar lentamente o pulso para baixo, Mayluta estranhamente sentira uma vontade imensa de beber aquele liquido, aquele sangue, bebeu e bebeu até que ela o arremessava novamente a parede, e saia do quarto fazendo um estranho barulho com a boca, parecido com o som que ratos fazem, ela batia a porta com força a tacando em seguida, Malyuta batia na porta repetitivamente até suas mãos começarem a sangrar e se dar conta que seu quarto estava repleto de ratos....



Alguns anos após, fora levado vendado até um castelo, aonde fora jogado em uma das celas, um outro homem desta vez com ótimas vestes venho falar com ele olhou dentro dos olhos de Malyuta dizendo uma única coisa “Você terá que respeitar e fazer tudo que Ivan mandar” mostrando a ele uma imagem do Czar Ivan... Meses depois estava levantado o esquadrão da morte de Ivan ou como fora nomeado aquela época, Orprichniks, eles começarão a assassinar e a torturar todos os inimigos de Ivan, todos nobres por sinal, muitos acordavam com a cabeça de um cão sangrando sobre sua cama, sabiam os presenteados que aquilo era um aviso e a próxima vez as três cabeças iriam o visitar... Frio, Impetuoso e sem sentimentos era Malyuta não aceitava erros em seus subordinados eles assinarão mais de 1500 nobres que se nomearão inimigos de Ivan, então chegava uma noite aonde resolvera queimar todo o vilarejo, acederão suas espadas com um óleo grego, enfiavam sobre as costelas dos plebeus, cabeças rolavam, flechas eram lançadas, não sobrava nada vivo ou de pé aonde seus homens visitavam...



Fora presenteados os seus melhores homens poderem viver junto a Ivan, em seu castelo das trevas, vestis negras ordenados a usar, assim seguirão e morrerão seus homens de velhice... Exceto Malyuta, que nunca envelhecia, mesmo tendo aparência de um homem de 70 anos, rugas sobre sua face, fungos começavam a aparecer em seu rosto, com medo de ser uma doença Czar Ivan o expulsou de sua morada, a única coisa que Malyuta levava consigo eram as lembranças do Massacre de Novgorod, jogado a pobreza. Horrendo como era começava a sofrer, mudou de nome para que não o reconhecessem mais, escalpelou a si mesmo para que assim não viessem atrás dele... Vira a luz do sol pela ultima vez no dia seguinte, fora morto? Não... Tornou se um vampiro, e hoje ainda este ser perambula pelas cidades do mundo como um general, um lider...


* Horas depois o bar ficava vazio, o jovem ainda se econtrava no local, estava fletando com uma mulher, aquele mesmo homem que se exaltou no inicio viera falar com o jovem *
Homem - Ei licença.
Jovem -Sim? A você....
Homem - Voce sabe me mencionar o nome que Malyuta havia trocado?
O jovem ria, enquanto o homem ficava serio em sua frente, após algumas gargalhadas o mesmo falava - Caliban Inferssare...
O homem se assustava em ouvir este nome, então completava – O seu significado é.... Comedor de infernos... Esta falando serio?
Jovem – Cara * colocava a mão sobre seu ombro * era só uma lenda que roda por aqui... mas é isto mesmo “O comedor de infernos” agora me de licença não vê que estou conversando com a dama....


Musica da qual o jovem cantava.



Espero que tenhao gostado, esta é a historia de Caliban Inferssare....
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