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 Hamiki Mustafá (Assamita, Bispo do Sabá) Preludio

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Hamiki Mustafá
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MensagemAssunto: Hamiki Mustafá (Assamita, Bispo do Sabá) Preludio   Seg 22 Dez 2008, 00:30

Meu nome é Hamiki Mustafá, nasci na cidade de Merzifon, na Turquia.Minha infância foi bem complicada. Meu pai era um bebado e só gostava de sair a noite pra fazer farra, sempre voltava bebado e batia na minha mãe. Eu ficava no meu quarto sem ter o que fazer, então começei a ver aos programas de Tv. Eram bem interessantes os canais policiais. Tinha uns caras que os policiais não conseguiam pegar, e sendo policial e não conseguindo pegar um cara, isso realmente batia na minha cabeça.Meu pai podia ser bebado, mais um bebado militar e tinha uma arma prateada, linda, realmente linda. Eu queria ser igual a ele, não bebado, mais poder
pegar todas as armas que eu quizesse.Minha mãe me dava atenção, mais nao era o suficiente para me tornar um bom rapaz, e sim um zé ninguem.

Disse a meu pai que queria ser militar, ele até achou graça e muita graça, riu na minha cara e apontou a arma para mim dizendo.

- Acha que pode ser militar sem ao menos ter matado uma pessoa ?, pois eu matei muitas pessoas e quero
dizer que essas pessoas que matei nao me arrependo de nenhuma.

Eu olhava para ele assuntado, a arma que ele apontava pra mim era a prateada que eu gostava, e ainda por cima estava carregada. Estava com muito medo, pois nunca tinha visto ele daquele jeito, estava completamente bebado, mais um bebado diferente. Não entendia uma pelavra do que ele dizia, só pude entender uma palavra "Vingança". Não entendi porque desta palavra e perguntei:

- Pai, porque Vingança ?
- Por que ??, É facil, quando se faz amigos a primeira coisa que te vem a mente é matar todos eles
quando se descobre que te trairam.

Nisto ele apontou a arma para a cabeça e atirou. A cabeça dele partiu em milhões de pedaços e o sangue jorrou para todos os lados, inclusive no meu rosto. Entrei em um profundo desespero e comecei a não pensar em nada. Ele era uma pessoa que eu praticamente achava um ícone na minha vida. Admirava muito aquele homem que se dizia meu pai.

Derrepende minha mãe abre a porta e vê meu pai todo ensanguentado, ela baixa a cabeça e diz:

- Pobre homem já estava na hora.

Não conseguia parar de sentir ódio dela, peguei a arma do meu pai e apontei para ela atirando, com toda a minha raiva de todos esses tempos. Não entendia muita coisa, mais eu estava com uma raiva profunda. Duas horas depois chegaram os militares e me viram com a arma na mão. Apontando a arma para mim diziam:

- Largue a arma Hamiki, não queremos te machucar!

Podia ver, tinha 3 militares na porta, dois lá fora entrando e um chamando reforços. Joguei a arma no chão e disse:

- Pra que tanta gente se eu sou um só ?

Eles me levaram e me prenderam. Fui condenado a muito tempo que seria quase "prisão perpétua" por assim dizer, só por ter matado minha mãe. É, esperava-se o que de um governo Turco-Otomano ?. Mais consegui trocar essa minha prisão perpétua em servir o gover turco, e juntar-me as forças militares. Era tudo que eu queria.

Com o passar do tempo aprendi que muitas pessoas de onde eu estava eram revoltada assim como eu. Não era facil de conversar com eles, mais eu também nem fazia questão. Fui instruido a limpar banheiro com uma escova de dente. Isso realmente me deixava bravo. Até que um dia conheci um cara que se chamava Habib, esse sim era o cara. Ele sabia mais das coisas do que elas mesmas.
O cara era um "gênio". Não pensei duas vezes, fiz "amizade" com ele. Ele me dizia que queria ser chefe de um time de futebol
feminino. E quem liga ? pensei comigo, e disse:

-Porque Habib?.*Como se eu estivesse me importando com isso*

- É, a vida é realmente dura. Se eu quisesse já teria saido daqui.
- E porque não sai??
- Porque não tenho ninguem.E pelo menos aqui tenho essas pessoas.

Isso realmente me aperto o coração. ¬¬

Olhando para mim ele disse:

-Se você quizer podemos se unir aqui.
- Isso seria legal, mais qual seu nome?
- Sou Hamiki
- Hamiki do que ??
- Hamiki Mustafá

Ele ficou confuso por ser esse meu nome. Nesse pouco tempo que nos conheciamos eu acabei conhecendo mais pessoas do que a minha vida toda fora da li. Ele me perguntou o que eu queria fazer na área militar, porque aquele meu trabalho era realmente humilhante. Só foi eu dizer que gostava de armas que ele deu um jeito pra me colocar na tropa do capitão Mohamed.

Ele olho pra mim e disse.

-Ei Hamiki venha, que eu quero te apresentar ao Capitão.

Fui com ele, e ele me apresentou o Capitão. O cara era um daqueles negões fortes, tinha uns 2 metros de altura e comandava a tropa do Sul. Consegui me instalar com eles, fazendo todo tipo de testes que possam imaginar. Me ensinava a manejar várias armas da época que não em recordo muito bem sobre elas.

Um dia me chamaram para fazer escolta de um carro forte do exército, tinha uns 3 caras armados, um motorista e eu. O pior é que passava pelas terras "inimigas". Estava tudo bem até que fomos atacados por seguidores religiosos. Pelo menos eu pensei que eram. Eles já chegaram gritando e nós atirando, foi tipo a chacina da candelária. Atiramos em todos, e quando seus corpos já estavam
no chão começaram a se corroer. Muito estranho mesmo, achamos que eles tinham tomado acido ou algo parecido, mais não sabiamos o que era. Estavamos voltando quando um companheiro nosso disse que estava com dor de barriga e queria se aliviar ali mesmo, era só o carro parar. Então paramos.Já era noite mais o menos umas 21:00 horas.

Esperávamos o nosso companheiro se aliviar. Ele parecia um retardado quando voltou, não falava com ninguem, só ficava olhando pra mim. Eu perguntava se ele estava bem, mais nem se quer dizia uma palavra. Conseguimos voltar para a base mais já era umas 00:30 da noite. Demoramos um bom tempo para chegar. Fomos comer alguma coisa e dormir. Ao dormir sonhei com muitas coisas horriveis, como a morte de meis pais, e a solidão que sentia.Foi quando acordei, e estava descoberto. Meus companheiros não estavam lá no quarto.

- Mais que estranho.

Andei até a cama deles mais não estavam. No quarto normalmente haviam uns 30 soldados, mais alí não estavam nenhum. Muito, mais muito estranho mesmo. Fui andar até o banheio e foi quando me deparei com o meu Capitão sentado no vazo do banheiro carregando o pente de uma pistola. O chão estava coberto de corpos e sangue. Começei a lembrar dos meus pais, e a medida que ia lembrando, ia vendo a situação do meu Capitão. Ele estava completamente "louco".

Será que foi ele que matou os soldados ??. Mais eu teria escutado os tiros. Ué que coisa estranha. *pensei comigo*

Ele estava com as mãos cheias de sangue, o rosto coberto de sangue, parecia um daqueles japoneses suicidas.
Estava imóvel, não conseguia me mecher e nem muito menos falar alguma coisa. Até que tomei coragem e perguntei:

- O que está acontecendo capitão ?

Foi quando saiu um Homem de uma das portas do banheiro. Eu batia devagar a mão na cintura, mais minhas armas não estavam comigo. O Catipão coitado, estava em choque. Foi o tempo dele pegar a pistola, colocar o pente e atirar na cabeça. Foi ai que eu vi que aquela arma era prateada. Era uma pistola, Fabricação Israelense. Foi horrivel ver o Catitão morrer daquele jeito.

O homem vinha se aproximando de mim. Parecia uma pessoa normal, mais era forte, bem forte e tinha uma faixa na cabeça preta e com um simbulo em vermelho. Não sabia o que era, mais também pouco importava. Não era nem louco de ir tentar bater nele, por mais que eu quizesse. O cara era um monstro de forte. Então foi correndo para perto da minha cama, pois lá eu sempre deixava uma arma. Quando peguei a arma ele já não estava mais lá, então fui até a porta chamar os outros guardas. O desgraçado apareceu na minha frente. Aquilo era completamente sobrenatural, e eu não conseguia me mecher, não sabia se estava com medo ou o que era aquilo. Ele me pegou pelo pescoço e me jogou bem longe. Eu cai no chão e quando abri os olhos ele já estava atraz de mim e disse:

- Você é muito corajoso de tentar me enfrentar garoto.
- Vamos, tente me acertar.


Última edição por Hamiki Mustafá em Qui 08 Jan 2009, 19:39, editado 5 vez(es)
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Hamiki Mustafá
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MensagemAssunto: Re: Hamiki Mustafá (Assamita, Bispo do Sabá) Preludio   Qui 08 Jan 2009, 17:29

Levantei do chão, e por mais medo que sentia dele mais ele me irritava e eu ficava furioso. Resolvi partir pra cima dele, várias vezes. Não dava outra, ele sempre me derrubava e me machucava. Depois dessa luta toda, resolvi gritar para pedir socorro. E gritei...

-Socorroooooooo!!!.

Pronto, já não dava pra fazer isso também. Na hora eu não entendia o que tinha feito. Será que ele teria me deixado sem voz ?.
Não conseguia gritar, nem falar, nem ouvir minha respiração. Ele sorria, e sorria, quanto mais ele sorria mais apavorado eu ficava.Ele me mostrou os caninos. Não tinha duvida de que era um vampiro, que um dia ouvi falar na escola onde estudava em Merzifon.

Ele me agarrou e me cravou os caninos no pescoço. Não sei quanto tempo se passou, ele cortou o pulço e pingou sangue na minha boca. Estava muito estranho, mais conforme ele pingava o sangue mais eu queria. Fui me aproximando do pulço dele e bebia. Despois desse transtorno, sai do exército Turco e fui morar com esse meu mentor. Ele se chamava Abdi's Mamed.

Passava-se alguns meses e minhas habilidades foram melhorando. Esta foi a transformação que aconteceu comigo quando me tornei um deles. Conforme minhas habilidades iam aumentando, mais solitário eu ficava. Dedicava minha "não-vida" a querer ficar forte como o Abdi's Mamed. Não me arrependo nenhum pouco de ter escolhido essa não-vida. O tempo ia se passando e eu fui aprendendo com o meu mentor. Fui me tornando cada noite mais confiante. Gostava de matar as vitimas, gostava de verlas sofrer em todos os instantes. Estava me tornando cada vez mais psicopata. Fui treinado por Abdi's Mamed. Matava muitas pessoas, vampiros, magos, etc. Cada um tinha sua bala preferida, por exemplo as dos magos tinha que ser a balar mais grossa, porque ai a bala atravessava o corpo e o sangue fazia um efeito muito legal. Cada bala é especial para cada destinatário.

Aprendi um pouco sabre as seitas que exitiam no mundo vampirico. E não dava para ficar sob alvo de vampiros que na maioria das vezes poderiam ser mais poderosos do que eu. Descobri que a Camarilla é uma seita tão inutil quanto os que a compõe. Devo falar um pouco de como entrei para o sabá. Para se tornar um sabá é preciso ser leal, mais para isso é preciso sofrer muito. No começo você fica em observação, será sempre o ultimo, e deixará que os outros membros desfrute antes mesmo de você. Variam-se bastante os rituais de bando para bando. Vários desses rituais aparecem de uma forma ou de outra, em todo o bando do Sabá, mas muitos deles só existem em certas regiões ou até mesmo em um único bando.

Abdi's Mamed era um exemplo de Combate corpo-a-corpo e combate com armas de fogo. Sabia manejar qualquer arma de fogo e me ensinava. Issa já em 1990, passando-se bastante tempo até essas armas legais sairem. Não necessáriamente 1990, e conforme ela vinham sendo fabricadas eu ia pegando o jeito e a manha de usa-las.

Usavamos umas armas chamadas AK-47, é de Fabricação Rússia, Calibre 7.62mm, 30 tiros por pente, 4.79Kg de Peso. Essa coizinha é tão potente que distruiria qualquer guerra que tivessemos com os norte americanos, se bem que são eles que vendem as armas para nós, pelo menos a maioria delas.

Comecei treinando e treinado com aquela Steyr Scout Sniper Rifle, Fabricado na Áustria, Calibre 7.62mm, 3.3Kg de peso. Muito leve comparada a que eu uso. Esta é a que todos chamam de "mata pombo", até hoje não entendi muito bem, mais acredito que deve ser pelo seu peso. Por Ultimo foi a Arctic Warfare Magnum, essa bixa linda é a mais daora de todas as Snipers, Fabricada no Reino Unido, Calibre 338, Capacidade de 10 tiros por pente, 6Kg de peso.

Pronto, só foi eu conhecer essas armas que parti pra cima dos Pião. Me ensinou todos os tipos Snipers de ser, e o que eu mais gostei foi no modo Camper na vida de um sniper. Conseguia agir em todos os modos, mais esse modo camper realmente me facinou. É o modo de sniper que você se posiciona em um local estratégico, abate inimigos e spota. Normalmente se posiciona em locais que sabe que serão ocupados por inimigos, perto de pistas de pouso de jato ou de Helis com m95 por exemplo. Posiciona Claymores perto para se defender de quem te pegar pelas costas. Normalmente os campers trabalham sozinhos, e era o que eu fazia.

Deixe-me falar um pouo sobre de como entrei para o sabá.

Fiz o ritual de Fidelidade ao Sabá. Usado especialmente pelos desertores da Camarilla e usado
antes do Tito de Aceitação. O ritual envolve a implantação de uma marca secreta no corpo do traidor, com o uso da Vicissitude,para torná-lo permanente e beber por último a Vaulderie e não contribuir para ela.

Fiz também o ritual de Aceitação
O ritual de boas-vindas a um novo membro de um determinado bando, sendo que é usado para reconhecer a ascensão de um recruta ou toda vez que ocorre uma mudança de poder ou no quadro de membros.

Por outros motivos e até mesmo por segurança, resolvi ter Lacaios. Este Lacaio cuidaria do meu refugio enquanto eu não estivesse lá, seria completamente meu servo.

Abdi's Mamed era do sabá e eu acabei me tornando membro do sabá também. Ele me ensinava muitas coisa e me apresentava muitas pessoas. Um dia fiz "amizade" com um Brujah AT, ele se chamava Malone Paavo. Passei a frequentar academia, lutas, entre outras coisas.

Começei a me especializar em uma briga chamada de Jiu-jitsu, é uma arte marcial japonesa que utiliza golpes de articulação, como torções de braço, tornozelo e estrangulamentos, para imobilizar o oponente.
Gostava de ficar cada vez mais forte para intimidar meus adversários. Malone via essa minha satisfação de ficar cada vez mais forte que acabou me ensinando Potência, disciplina que ele sabia, e muito bem.
Frequentavamos os jogos do sabá juntos. Joguinhos bem divertidos, iguais ao do "covil" aqui em Newark.
Não só começavamos a ficar cada vez mais forte como pretendiamos trazer mais aliados, para que uma hora estivessemos proto para atacar a camarilla a qualquer momento.
Outro vampiro que gostava dos joguinhos do sabá era um gangrel chamado Calisto. Esse gangrel era o demonio em pessoa. Ele era muito resistente, e isso me impressionava. Eu e Malone nos juntamos a Calisto, ou melhor, Calisto se juntou a nós.
Com o passar do tempo Calisto foi me ensinando Fortitude, disciplina que ninguem como ele sabia usar também. Aproeitava o máximo enquanto meu mestre ficava fora a pedido da Mão Negra e coisas relacionadas a negócios pertinentes ao sabá. Nós os jovens sabás nos divertiamos muito, fazendo atrocidades pela rua e acabando com a moral de muitos vampiros.

Atualmente Calisto está em uma missão a pedido do sabá de outro país, não me lembro bem agora. Parece que ele irá transformar um humano e está escolhendo. Malone deve estar por ai, ele é meu braço direito nos negócios do trafico de armas. Sempre achei ele um vampiro competente para dirigir coisas relacionadas ao negócio de armas.

Mais isso já faz um bom tempo. Sempre quis dar o melhor de mim, ser totalmente leal até porque não é facil você chergar a uma posição digna na seita. Para ter respeito e ser considerado por muitos teria que servir ao sabá com braços e unas. Tantas guerras contra a camarilla e outros seres estranhos que nao fossem vampiros. Isso realmente era muito bom, e a medida que ia me tornando mais forte, mais eu era considerados e respeitado.

O Império Otomano existiu entre 1299 e 1922, vivi bastante tempo nessa jornada de conquistas e mais conquistas.
Quando me tornei vampiro foi em meadios de 1618. Os militare estavam na ativa. Estava acontecendo o Início da Guerra dos Trinta Anos.
Era militar par lá militar pra cá, simplesmente agitados. Tantos aliados, tantas alianças entre o Império Otomano que acabou sendo dissolvido após sua derrota na Primeira Guerra Mundial, o governo otomano desmoronou e o seu território foi partilhado. O cerne político-geográfico do império transformou-se na República da Turquia, após a guerra de independência turca.

Vinha crescendo na seita e ia passando para patamares diferentes na Hierarquia do sabá.
Hoje sou Bispo, braço direito do Arcebispo. Sirvo como ajudante, conselheiro e "guarda-costas". O Arcepispo tem livre direito de escolha de seu Bispo.
E para mim isso é uma grande honra.

Atualmente sou chefe do crime organizado no Porto de Newark - Elizabeth Marine Terminal.
Lá no porto acontece muita coisa envolvida com Trafico de Mulheres, Trafico de Drogas e Trafico de Armas de Fogo. Existem muitos seguranças por lá, pessoas de minha confiança fazendo negócios em todo o lugar dom mundo.
Carniçais, Lacaios, seguranças, entre outras pessoas, existem e é muito seguro por lá.
Sobre a polícia ? .. não se preocupe tudo se compra e tudo se burla. Costumo usar uma frase muito interessante e verdadeira.
"Não existe um sistema completamente fechado", por isso consegue-se fazer o que quiser.
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